O registro no conselho é público justamente para ser conferido. O que a consulta devolve, por que "ativo" é o campo que decide, e por que ela demora mais que as outras.
Clínica, operadora de saúde, marketplace de consultas, farmácia que aceita receita digital: todos, em algum momento, precisam responder a mesma pergunta — esta pessoa pode exercer a profissão que diz exercer? O registro no conselho de classe é público exatamente para isso, e conferi-lo por API tira a checagem da mão de quem cadastra.
A consulta recebe o conselho (CRM, CRO ou CRBM), o número e a UF do conselho regional, e devolve o registro como o conselho o publica:
ativo;Registro que existe não é registro que permite exercer. Na primeira consulta real que fizemos em produção, o registro voltou com a situação transferido: a pessoa existe, o número existe, e ela não atua mais naquele estado. Um cadastro que conferisse só "o número existe" aprovaria.
O campo ativo já faz essa leitura. Use-o para decidir, e guarde a situação por
extenso para mostrar a quem revisa.
Anunciar-se especialista exige registro de qualificação de especialista — o RQE. Um médico com CRM ativo e sem RQE em dermatologia não pode se apresentar como dermatologista. Se a sua plataforma lista profissionais por especialidade, confira a especialidade na resposta, não no formulário que o profissional preencheu.
O conselho responde devagar: a consulta leva de 20 a 30 segundos. Não é defeito da API, é o tempo da fonte. Na integração, isso pede duas coisas:
Registro que não existe volta 404 e não é cobrado. Falha da fonte volta 503 e também não — trate como "tente de novo", nunca como "registro inválido".
O registro profissional é publicado pelo conselho para ser conferido por quem é atendido — é o contrário de um dado escondido. Ainda assim, ao criar a conta da API você declara a finalidade (credenciamento, validação cadastral), e a consulta fica registrada. É o mínimo para que conferir não vire catalogar.